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Resultados & Bastidores
Entre aplicação real e leitura estratégica do mercado


Como o CRM da Starbucks passou a gerar quase 60% da receita e por que sua empresa ainda usa CRM como planilha
O problema não é ter CRM, é como ele é usado A maioria das empresas já ouviu falar de CRM. Algumas até utilizam. Mas, na prática, ele costuma ser tratado como uma planilha organizada. Um lugar para registrar contatos, acompanhar negociações e, no máximo, controlar follow-ups. Isso não é CRM. Isso é controle operacional. Enquanto isso, empresas que realmente entendem o papel do CRM estão usando ele como motor de crescimento. O caso da Starbucks mostra exatamente isso. O CRM vi
14 de mai.3 min de leitura


Seu cliente não parou de comprar, ele só está comprando de quem responde primeiro
O problema não é falta de demanda Existe uma percepção comum em empresas que não estão vendendo como antes. A ideia de que o mercado esfriou, o cliente sumiu ou a concorrência aumentou. Na prática, o cenário é outro. O cliente continua comprando. O volume continua alto e a frequência também. Hoje, o Brasil já soma cerca de 119 milhões de compradores online, e 71% dessas pessoas compram pelo menos uma vez por mês. O problema não está na demanda. Está em quem consegue capturar
28 de abr.4 min de leitura


A Nike tentou cortar canais e perdeu vendas e o que isso revela sobre empresas que centralizam tudo no digital
Centralizar tudo no digital parece controle, mas pode virar perda de mercado Durante os últimos anos, muitas empresas seguiram uma mesma direção. Reduzir intermediários e concentrar vendas nos próprios canais digitais. A promessa era clara. Mais controle sobre a jornada, maior margem e acesso direto aos dados do cliente. Poucas empresas levaram essa estratégia tão longe quanto a Nike. E os resultados mostram o limite dessa decisão. Quando o modelo direto começa a perder efici
23 de abr.4 min de leitura


Influência digital: por que CEOs estão se tornando ativos estratégicos no marketing das empresas
A influência deixou de ser um canal e virou um ativo de negócio Durante muito tempo, o marketing de influência foi tratado como uma alavanca externa. Marcas contratavam criadores, faziam campanhas pontuais e mediam resultados em alcance e engajamento. Esse cenário mudou. Hoje, a influência se tornou um dos principais ativos estratégicos dentro das empresas. E o movimento mais relevante não vem de fora, mas de dentro. Cada vez mais, CEOs e lideranças estão assumindo o papel de
16 de abr.4 min de leitura
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