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Como a Racon Serra Gaúcha vendeu R$ 1,5 milhão em consórcios com conteúdo orgânico

  • Foto do escritor: Guilherme Camargo
    Guilherme Camargo
  • 17 de abr.
  • 4 min de leitura

O erro de achar que conteúdo orgânico não gera vendas


Existe uma crença comum no mercado.


Se não há tráfego pago, não há escala. Se não existe investimento em mídia, os resultados tendem a ser limitados.


Esse case mostra um cenário diferente.


Em seis meses de estratégia estruturada de conteúdo orgânico, a Racon Serra Gaúcha gerou aproximadamente R$ 1,5 milhão em vendas de consórcios, sem depender diretamente de anúncios para esse resultado.


Mais do que o número, o que importa aqui é entender o processo que tornou isso possível.


O contexto: múltiplos vendedores e um desafio de alcance



A Racon Serra Gaúcha já contava com um time comercial ativo, com diversos vendedores preparados para atender e converter.


O desafio não estava na capacidade de venda, mas na geração de demanda e, principalmente, na distribuição de conteúdo.


Grande parte das empresas concentra sua comunicação no perfil institucional, o que limita o alcance a uma única audiência. Isso reduz o potencial de escala, mesmo quando o conteúdo é bem produzido.


Foi a partir desse cenário que a estratégia foi desenhada.


A estratégia: transformar vendedores em canais de distribuição


Ao invés de centralizar a comunicação, ampliamos os pontos de contato.


Todos os meses, produzimos conteúdos individuais com cada vendedor. Cada profissional passou a ser parte ativa da estratégia, não apenas no fechamento, mas também na geração de demanda.


O diferencial estava na distribuição.


Os conteúdos eram publicados em formato de colaboração no Instagram, marcando os vendedores diretamente. Isso fazia com que o conteúdo fosse exibido tanto no perfil da empresa quanto no perfil de cada vendedor.


Na prática, isso expandia o alcance para múltiplas audiências simultaneamente.


O efeito no algoritmo e na audiência



Quando um conteúdo é publicado em colaboração, ele passa a circular em diferentes redes de relacionamento.


Cada vendedor possui sua própria base de contatos, composta por clientes antigos, leads, conhecidos e conexões pessoais. Isso cria um ambiente onde o conteúdo chega com um nível de familiaridade muito maior.


Esse fator muda completamente a forma como o conteúdo é consumido.

Em vez de interromper a atenção, ele aparece dentro de um contexto de confiança.


Contexto estratégico: além do conteúdo orgânico


É importante contextualizar que a Racon Serra Gaúcha conta com uma assessoria completa da Fujin, envolvendo diferentes frentes estratégicas dentro do marketing digital.


No entanto, dentro desse período específico, o destaque mais relevante veio do conteúdo orgânico e da forma como ele foi distribuído, principalmente pela ativação dos vendedores como canais diretos de alcance e geração de demanda.


O que realmente gerou as vendas



As vendas não aconteceram de forma isolada ou imediata.

Elas seguiram um padrão claro.


O potencial cliente via o conteúdo, muitas vezes pelo perfil do próprio vendedor. Em muitos casos, já existia algum tipo de contato anterior, uma conversa iniciada ou até uma proposta que não havia sido concluída.


O conteúdo atuava como um ponto de reativação.


Em vez de gerar interesse do zero, ele despertava uma intenção que já existia.

A ação seguinte era direta. O cliente entrava em contato com o vendedor pelo próprio Instagram ou WhatsApp.


Sem etapas intermediárias e sem fricção.


A validação: transformando percepção em dado


Para entender a origem real das vendas, realizamos uma análise junto ao diretor comercial da Racon Serra Gaúcha, Alexandre Camargo.


O processo foi conduzido de forma prática.


Chamamos os vendedores individualmente e analisamos como cada venda havia sido gerada naquele período.


O padrão se repetiu.


Grande parte das conversões teve origem direta no contato via redes sociais, impulsionado pelos conteúdos publicados em colaboração.


Isso confirmou que o resultado não era pontual, mas consequência direta da estratégia aplicada.


Por que essa estratégia funciona



O que foi construído aqui vai além da produção de conteúdo.

Trata-se de uma estratégia de distribuição baseada em ativos internos.


Existem três fatores principais que explicam o resultado.


  • O primeiro é a confiança. Quando o conteúdo aparece por meio de alguém conhecido, a resistência do público diminui.


  • O segundo é a recorrência. A presença constante mantém o vendedor ativo na mente do potencial cliente.


  • O terceiro é a proximidade. O caminho até a conversão é direto, sem barreiras ou etapas desnecessárias.


Essa combinação torna o processo mais natural e eficiente.


O que esse case mostra sobre marketing digital


Esse case reforça um ponto importante.


Escala não depende exclusivamente de investimento em mídia. Depende de estrutura e estratégia.


Enquanto muitas empresas tentam crescer aumentando orçamento, outras conseguem expandir resultados utilizando melhor os ativos que já possuem.


Neste caso, os vendedores deixaram de ser apenas parte do processo comercial e passaram a atuar também como canais de distribuição.


Conclusão: o ativo já existia


O crescimento da Racon Serra Gaúcha não veio de uma solução externa isolada.


Ele veio da ativação de um ativo que já estava dentro da empresa.


As pessoas.


Quando bem direcionadas, elas se tornam canais de alcance, influência e geração de demanda.


Mais do que produzir conteúdo, o diferencial foi garantir que esse conteúdo chegasse às pessoas certas, no contexto certo.


Diagnóstico estratégico


Se a sua empresa já investe em conteúdo, mas não vê impacto direto em vendas, o problema pode não estar na produção.


Pode estar na distribuição.


A Fujin realiza um diagnóstico estratégico para identificar gargalos, entender o cenário atual e mapear oportunidades reais de crescimento com base na estrutura do seu negócio.

Sem fórmulas prontas.


Apenas clareza sobre o que pode gerar resultado de forma consistente.



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